domingo, 9 de fevereiro de 2014

residências, o local destinado aos automóveis


Garagens exibidas e nada comuns

Para os moradores destas casas, guardar o carro no final do dia é muito mais do que uma atividade corriqueira. Garagens extravagantes transformam o automóvel em estrela da casa

Por Casa e Jardim Online
Nem sala, nem quarto, nem cozinha. O destaque destes projetos de arquitetura está mesmo é na garagem. Um espaço necessário, mas pouco valorizado na maior parte das residências, o local destinado aos automóveis é uma verdadeira atração nos exemplos que listamos abaixo. Elevadores acionados por controles remotos, plataformas que se camuflam sob um jardim e até caixas de vidro que mais se parecem com um showroom de concessionárias são algumas das construções excêntricas. Confira:

OBRA DE ARTE
A paixão do arquiteto americano Holger Schubert (por carros é tanta que, em sua casa, a garagem parece até uma galeria de arte. Fechada por vidros, ela fica em uma sala no segundo andar. O acesso é feito por uma ponte criada especificamente para isso.

TENDA CHIQUE
Designer e arquiteto, o americano Marcus Gleysteen se inspirou em espaços de corridas esportivas para elaborar sua garagem. A caixa de vidro com uma estrutura metálica é coberta por uma espécie de tenda iluminada, que dá forma à construção

CARRO OCULTO
Quer fingir que não tem carro? Acione o controle que a plataforma esconde o veículo sob o solo, que se transforma em um pequeno jardim. Dá até para guardar outro automóvel em cima. Parece coisa de agente secreto, mas o projeto é real e foi criado pela empresa britânica Cardok

BRINDE AUTOMOTIVO
O proprietário desta casa nos Estados Unidos é fã de refrigerante e cuida de seus carros como um xodó. Para unir as duas coisas, ele equipou a garagem com um bar temático. Assim, ele não fica longe do veículo nem enquanto brinda com os amigos. A imagem é do fotógrafo Don F. Wong 
Divulgação
CABINE INDIVIDUAL
Os suíços do escritório Peter Kunz Architektur criaram este estacionamento diferente. Cada carro é parado em uma cabine de concreto com a parte frontal fechada por vidros. De lá, da para apreciar a vista do alto de uma montanha, onde fica a construção 

sábado, 8 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

REPORTAGEM: QUAIS SERÃO AS CORES DA MODA ?

pintura
Por Marcelo Moura // Fotos: Divulgação // Gráficos: PPG
Em um relatório divulgado recentemente, a BASF, empresa alemã do ramo químico, afirma que o verde será a cor do futuro para os carros em todo o mundo. Porém, basta uma rápida olhada pela janela para achar que esse futuro parece estar bem distante do Brasil. Por aqui, o predomínio ainda é total do velho e bem conhecido quarteto: preto, prata, cinza e, mais recentemente, o branco.
“De 2000 até 2005 houve uma proliferação do prata. Depois disso, até 2010 foi a vez do preto. Nos últimos anos a cor com maior crescimento foi o branco”,  explica Alex Lair Amorim, Gerente de Cores do Laboratório P&D Automotivo da PPG, uma das maiores indústrias no mundo e que atua em diversas áreas, inclusive na fabricação de tintas automotivas. A PPG faz suas próprias pesquisas por continente e não por país, por questões de tendência.
Sim, o tema é polêmico e extremamente pessoal. Afinal, gosto é gosto e não se discute. Mas a proliferação pelas ruas de modelos com cores alternativas nos últimos anos, ainda que um pouco discreta,mostram que o público brasileiro está sim de braços abertos para acolher novas experiências. O Fiat Uno e sua excentricidade é um exemplo, o Volkswagen Gol Rallye e seu amarelo, é outro. 
Gráfico 2
Mas então porque as cores tradicionais ainda predominam?  Podemos dizer que tanto consumidor quanto fabricante tem sua parcela de “culpa”. Um mito bem antigo colabora com isso. “As pessoas ainda se preocupam com o valor de revenda do carro”, afirma Cristina Belatto, Gerente de Design da GM. Além disso, de acordo com Marília Biill, Supervisora de Color&Trim da Volkswagen, algumas cores como o próprio verde ainda sofrem com a antiga rejeição do consumidor. Já Alex Amorim, da PPG,  explica que o fato da montadora oferecer grande disponibilidade de cores no seu catálogo, mas não disponibilizá-lo na concessionária acaba desencorajando o cliente a levar um modelo diferente.
pintura
Mesmo assim, para felicidade dos mais ecléticos a tendência é que o futuroautomobilístico seja um pouco mais colorido. De acordo com Isabella Vianna, Chief Designer Color & Trim da Fiat, já é possível ver “mais cores de efeito e tonalidades marcantes no mercado”. Entre as maiores mudanças, a designer da GM afirma que a tendência é as pessoas migrarem do prata para as outras cores. O branco deve ser outro que deve perder espaço. Apesar de ser a cor do momento e de maior crescimento, a designer da Volks afirma que essa “fase” irá durar, no máximo, mais um ano ou um ano e meio.
Gráfico América do Sul
Então se o cenário é de mudanças, é hora de fazer as apostas. Que cores devem emplacar por aqui nos próximos anos? Através de várias pesquisas e análises, as montadoras já conseguem ter um panorama do que vem por aí. Para Cristina Belatto, da GM, a tendência das cores é um fenômeno cíclico, portanto o verde, que já teve seus momentos de protagonismo no passado, deve retornar nos próximos anos, assim como o azul. Além disso, Belatto aposta em um bom crescimento do turquesa, resultado da mistura entre essas duas cores.
pinturaMarília Biill, da Volkswagen, segue a mesma linha e afirma que “o verde deve crescer e o azul, principalmente em tons mais escuros, chega muito forte no mercado.” Já segundo as pesquisas da PPG, que são feitas por continente, as cores acromáticas (cores chamadas neutras como branco, preto, cinza) devem continuar firme até 2015. A partir disso, a expectativa é que o vermelho e suas variações tenham um ótimo crescimento não só no Brasil, como em toda a América do Sul já que as tendências são semelhantes.
Portanto, a projeção das empresas é de que o Brasil finalmente entre na onda das novas cores, que há um bom tempo já faz sucesso na Europa e nos Estados Unidos (como mostra o gráfico comparativo). Em cidades cada vez mais cinzas, carros mais vibrantes seriam como um oásis em meio ao deserto, nesse caso, escasso de ideias. 

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Quanto custa tirar a habilitação?

Quanto custa tirar a habilitação?

Após a inclusão do simulador de direção no processo, o novo condutor pode gastar até 200 reais a mais
Quem for tirar a Carteira Nacional de Habilitação a partir deste ano vai pagar mais. Isso porque, em 2 de janeiro, uma nova etapa foi adicionada ao processo: a obrigatoriedade de cinco aulas de 30 minutos em um simulador de direção veicular. O aumento também vale para os condutores que desejam adicionar a categoria “B” (caso dos motociclistas) ou que precisarem reiniciar o procedimento devido à cassação do documento por infração de trânsito.
Como um videogame
O equipamento, que custa cerca de 40 mil reias, recria situações adversas que o motorista possivelmente enfrentará nas ruas, como más condições climáticas, pistas não pavimentadas ou vias com trânsito de animais, pedestres e ciclistas. “Essa tecnologia veio para ajudar. Não é a salvação, claro, mas certamente vai contribuir muito, principalmente para aqueles que vão começar a dirigir”, diz José Guedes Pereira, presidente do Sindicato das Autoescolas do Estado de São Paulo.
Apesar de a lei já estar em vigência, há um prazo de 90 dias para a adaptação às novas exigências. De acordo com a legislação federal, o uso do simulador pode ser compartilhado entre diferentes estabelecimentos comerciais. O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) tem realizado visitas técnicas em todos os estados brasileiros para acompanhar a implantação do novo sistema.
Quanto custa?
Quem quiser guiar um automóvel terá que desembolsar os seguintes valores: 55,39 reais para os exames teóricos e práticos – vale ressaltar que os alunos reprovados, ainda que apenas em uma das provas, precisam pagar a taxa integral para repetir o exame; 66,46 reais para o exame médico; 77,54 reais para o exame psicotécnico e 33,23 reais para a emissão da CNH. Os demais valores referem-se exclusivamente aos serviços prestados pelos CFCs, como as aulas teóricas (média de 250 reais), o mínimo de 20 aulas práticas (média de 1 mil reais), e o uso do simulador, que terá custo estimado entre 180 reais e 200 reais. A boa notícia é que o número de aulas noturnas caiu de quatro para uma por causa do novo sistema, que prevê situações sem a luz do sol.
Ao fechar negócio com a autoescola, é fundamental exigir o contrato de prestação de serviços e o detalhamento do que está incluso no pacote. Lembre-se também de que, agora, a validação da presença é feita pela verificação da impressão digital do aluno e pelo registro de fotos do candidato interagindo com o simulador, já que a sala onde o aparelho estiver instalado será monitorada por uma câmera de vídeo com transmissão online para o Detran.

Mulheres relembram histórias inesquecíveis de carros que ganharam seus corações

Carangas inesquecíveis

Mulheres relembram histórias inesquecíveis de carros que ganharam seus corações
Bibi Williams. Foi assim com nome fofo e sobrenome de equipe de Fórmula 1 que a consultora de comunicação Erika Freitas, 39 anos, de São Paulo, apelidou seu primeiro carro – um Chevrolet Corsa cinza 1995, que morou por quatro anos na sua garagem. A compra do automóvel, em 2003, foi uma grande conquista e teve direito a apresentação especial para a família. “Eu dirigi o carro de São Paulo a Santos, onde meus pais vivem. Entrei na garagem e chamei todos para vê-lo. Eles ficaram muito orgulhosos”, lembra.
As recordações de Erika revelam também o vínculo emocional que ela criou com o seu automóvel. “Tinha sofrido um acidente de carro no passado, mas, graças ao Bibi, consegui superar o receio de dirigir. Depois disso, comecei a levar minhas amigas para cima e para baixo e virei a ´caroneira´ oficial da turma”, diz. Com o tempo, o automóvel foi se desgastando e, em 2007, chegou o momento da revenda, uma decisão difícil, mas necessária. O carro já tinha rodado muito e apresentava problemas. “Quando fui à concessionária buscar o substituto, me despedi do Bibi, agradeci a ele a independência que ele tinha me proporcionado e pedi que fizesse feliz seu novo dono”, conta Erika, aos risos.
Amor à primeira vista
A consultora comercial de São Paulo Vanessa Ludovino Zanchetta, 43 anos, fica eufórica ao falar de Hulk (alusão ao personagem de histórias em quadrinhos), um Volkswagen Passat 1979, adquirido quando Vanessa tinha 19 anos. Ela conta que poupava todas as suas economias e, quando atingiu a quantia ideal, correu até uma concessionária atrás de seu escolhido. “Na hora, me apaixonei por esse modelo GLX, luxuoso, com bancos de veludo”, lembra.
Vanessa se divertiu muito no volante do Hulk. Ela colocava as amigas na caranga e seguia para a Rua Augusta, badalada via paulistana. O objetivo? Paquerar. O carro rendeu até casamento. “Conheci meu primeiro marido no trânsito. Ele parou ao lado e pediu meu telefone. Depois de muitos foras, eu saí com o moço. O romance foi longe. Nenhum carro me deu tantas alegrias, mas nossa história acabou quando ele foi roubado. Chorei por dias”, afirma.
Risos e sufocos
Basta tocar no assunto carros inesquecíveis que a coordenadora pedagógica Lucifrance Carvalhar, de Sumaré (SP), 42 anos, gargalha ao lembrar do seu Corcel II 1972. “Em 1995, comprei um modelo verde-musgo que estava caindo aos pedaços”, afirma. Fato curioso: o dono anterior do carro perdera a chave de contato e, para dar partida, tinha ligação direta. “Era um interruptor de campainha! As portas viviam abertas, mas ele não era alvo de ladrões por ser muito feio. O banco dianteiro do passageiro ficava solto e, quando eu freava, quem estava ali acabava de pernas para o ar! Passei quase dois anos com ele e, até hoje, meus amigos perguntam sobre o veículo. As risadas são inevitáveis. Nunca me esquecerei desse carro”, finaliza.

dicas prá viajar de carro

á pessoas que adoram pegar a estrada de carro e aproveitar a paisagem enquanto dirigem rumo ao seu destino final. Outras, por medo de avião, preferem realizar até mesmo viagens mais longas em seu veículo, além de aproveitar para conhecer outras cidades no caminho.
Se você é do time que não dispensa uma viagem de carro, sabe que a aventura não é tão simples assim, principalmente se for uma longa distância de sua casa até o local de destino.
Para fazer com que sua viagem seja perfeita e você aproveite-a da melhor forma possível, fizemos um guia básico com dicas para viajar de carro. Confira:

Antes da viagem

Para que não ocorram imprevistos no meio do caminho, é necessário pensar em todos os detalhes antes de viajar. Um deles é fazer uma revisão do seu carro, para checar se os faróis e freios estão funcionando bem, se os níveis de óleo e água estão corretos, os pneus balanceados – inclusive o estepe –, e se há algum outro problema no carro.
O ideal é que a revisão seja feita de 15 dias a uma semana antes de sua viagem, para que eventuais reparos possam ser feitos a tempo de você pegar a estrada.
Viajar de carro
Faça sempre a revisão do seu veículo antes de viajar
Outra dica é calcular os gastos com combustível e pedágio, para que você não corra o risco de ficar sem dinheiro no meio da viagem, sem nenhum banco à disposição.
Há sites que nos ajudam nesse cálculo, como o “Mapeia.com”, que calcula o custo dos pedágios ao longo do caminho e o valor aproximado dos gastos com o combustível.

Pegando a estrada

Para evitar estresse desnecessário e um possível atraso, evite passar pelo centro da cidade ou outros pontos de congestionamento no horário do rush. De manhã, saia de casa antes das 7h, à tarde, entre 13h e 16h, e à noite, após as 20h, quando o número de veículos retornando para seus lares já diminuiu drasticamente.
Outra forma de evitar estresse, atrasos e caminhos errados é não confiar totalmente no GPS. Em vias mais conhecidas, principalmente em sua cidade, ele pode estar correto sempre, mas em cidades mais distantes da capital você pode pegar um caminho perigoso, sem asfalto ou que o levará a outro lugar completamente diferente. Portanto, mesmo que você mantenha sempre seu GPS atualizado, leve consigo também um mapa, para garantir uma viagem segura e tranquila.
Viajar de carro
Além do GPS, leve sempre um mapa para garantir que o caminho indicado é o correto

Para uma viagem agradável

Principalmente em viagens mais longas, prefira viajar na companhia de pessoas que você goste ou que tenha uma boa convivência. Se viajar com pessoas inconvenientes ou que não lhe agradam, você corre o risco de se estressar durante as horas de viagem apenas por não ser compatível com os companheiros viajantes.
Outra dica para o tempo passar mais rápido e a viagem não se tornar entediante é separar seus CDs preferidos ou um pen drive com as músicas que mais gosta, para não precisar ficar escolhendo um CD ou trocando as músicas do pen drive enquanto dirige.
Se estiver com mais pessoas no carro, certifique-se de que seu gosto é parecido com o delas. Ninguém fica satisfeito ao passar muitas horas dentro de um carro ouvindo músicas totalmente diferentes do seu gosto musical.
Esteja também atento ao nível do combustível, para não ter que ficar na estrada sem gasolina no carro. Quando o nível estiver com menos de dois terços da capacidade do tanque, já comece a procurar um posto para abastecer. Se esperar o marcador chegar ao seu limite, você pode não encontrar um posto a tempo.

Dicas finais

Se você não gosta de parar em restaurantes de estrada ou comprar comida em postos de combustível, a dica é levar comida de casa, uma forma também de economizar. Frutas e sanduíches são indicados, por serem comidas leves, mas você pode levar biscoitos e salgadinhos, se for a preferência das crianças. Não se esqueça de levar muita água, para hidratar.
Viajar de carro
Faça uma viagem flexível, que permita paradas para admirar os lugares bonitos ao longo do trajeto
Falando em crianças, ao viajar com elas, leve brinquedos, livros, videogames portáteis ou qualquer outra coisa que as mantenha distraídas por todo o trajeto. Quando as crianças ficam cansadas ou entediadas, podem tornar a viagem um caos e deixar todos estressados, principalmente o motorista, que precisa se concentrar na estrada.
Por fim, procure fazer uma programação flexível, que permita paradas em locais turísticos que valem a pena ser conhecidos, como cachoeiras, praias ou monumentos históricos, e boa viagem!